Amor plantado, flor perfeita! Predileta *-------*
31.10.10
30.10.10
Acredita em anjo?
Acredita em anjo
Pois é, sou o seu
Soube que anda triste
Que sente falta de alguém
Que não quer amar ninguém.
Por isso estou aqui, vim cuidar de vocêTe proteger, te fazer sorrir
Te entender, te ouvir
E quando tiver cansado
Cantar pra você dormir.
Te colocar sobre as minhas asas
Te apresentar as estrelas do meu céu
Passar em Saturno e roubar o seu mais lindo anel.
Vou secar qualquer lágrima, que ousar cair
Vou desviar todo mal do seu pensamento
Vou estar contigo a todo momento
Sem que você me veja, vou fazer tudo que você deseja.
Mas, de repente você me beija
O coração dispara, e a consciência sente dor
E eu descubro que além de anjo
Eu posso ser seu amor.
Que ousar cair
Vou desviar todo mal do seu pensamento
Estar contigo a todo momento, sem que você me veja
Farei tudo, tudo, tudo que deseja.
Mas, de repente você me beija
O coração dispara, e a consciência sente dor
E eu descubro que além de anjo, eu posso ser seu amor.
Anjo - Banda Eva.
26.10.10
Somente o necessário...
" Eu uso o necessário, somente o necessário,
o extraordinário é demais.
Eu digo, necessário, somente o necessário..
Por isso é que essa vida, eu vivo em paz,
Assim é que eu vivo, melhor não há,
eu só quero ter o que a vida me dá,
e o necessário pra viver, você terá! "
Lema da faculdade.
24.10.10
Lc 18, 9-14
Naquele tempo, Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros. " Dois homens subiram ao Templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos. O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ' O Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda'. O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ' Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!'. Eu vous digo: este último voltou para casa justificao, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado e quem se humilha será elevado".
Evangelho de Domingo.
Evangelho de Domingo.
23.10.10
A gente se acostuma,
mas não devia.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque
não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A
cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem
ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a
guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os
mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.
E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos
números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e
ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber
um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A
gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar
para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a
fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que
cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro,
para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver
anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a
engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na
infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas,
tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma
revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e
torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os
pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola
pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a
gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque
não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A
cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem
ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a
guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os
mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.
E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos
números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e
ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber
um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A
gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar
para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a
fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que
cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro,
para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver
anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a
engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na
infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas,
tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma
revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e
torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os
pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola
pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a
gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma a errar todo o dia, os mesmos erros!
Assinar:
Postagens (Atom)







